1. Família
a. Determinação de Companheiros
Na seleção de cônjuges, certos parentes chegados, tanto por nascimento como por casamento eram excluídos (Lv 18:6-18; Dt 27:20-23). Fora desses graus de parentesco o casamento dentro do clã era preferido, conforme demonstrado pelos casamentos de Isaque com Rebeca (Gn 24:4), de Jacó com Raquel e Lia (Gn 28:2; Gn 29:19). Por outro lado, casamentos com estrangeiros, como heteus (Gn 26:34), egípcios (Gn41:45), midianitas (Ex 2:21), Moabitas (Rt 1:4) e outros tiveram lugar. Um caso especial em que o cônjuge é determinado com antecedência é o caso da lei do levirato, mediante a qual se um homem casado morresse sem filhos, seu irmão seguinte estava na obrigação de casar-se com a viúva a fim de gerar filhos que perpetuassem o nome do falecido.
b. Métodos de Adquirir Esposa
Na maioria dos casos, as escolha do cônjuge eram feitos pelos pais. O método usual de adquirir esposa era por compra; embora que o pagamento feito pelo novo ao pai da noiva, tinha mais a natureza de compensação dada à família pela perda de um membro valioso, do que um pagamento
c. Residência
Os casamentos israelitas eram patrilocais; a mulher deixava a casa de seu pai e ia viver com seu marido. Nos tempos patriarcais isso envolvia frequentemente a necessidade de viver no mesmo grupo do pai e dos irmãos do marido. Nos tempos da monarquia o filho saía da casa para estabelecer sua própria casa.
d. Número de Cônjuges
Apesar de que, por ocasião da criação, a monogamia tenha sido estabelecida, pelo tempo da época patriarcal a poligamia podia ser encontrada (Gn 16:1,2). A posse de duas pessoas era evidentemente suposta dentro da legislação mosaica (Dt 21:15) e sob os juízes e a monarquia ainda havia menos restrições, e o fator econômico era o único que impunha limitação. Mas, que esse não era o plano de Deus é demonstrado pela apresentação profética de Israel como esposa única de Deus (Is 50:1; Jr 2:2). Em adição às esposas e às criadas, aqueles que podiam possuíam concubinas e aos filhos nascidos dessas ligações podiam receber posição equivalente à dos filhos legítimos, se o pai assim o quisesse.
e. Marido e Mulher
Até o seu casamento, a jovem estava sujeita a seu pai, e depois do casamento ao seu marido. O homem podia divorciar-se de sua mulher, mas provavelmente ela não podia divorciar-se dele; ela não herdava sua propriedade que pertencia aos seus filhos.
Os deveres das esposas incluíam antes de mais nada o cuidado pelos filhos, e aquelas tarefas caseiras como a cozinha, em adição à ajuda ao marido quanto houvesse oportunidade para isso.
A fidelidade era importante e havia provisão escrita na lei, para o castigo contra o adultério. A função mais importante da esposa era dar à luz filhos, e ser estéril era motivo de opróbrio.
f. A concubina
Esposa secundária adquirida por compra ou como cativa de guerra. Quando os casamentos não produziam herdeiro, as esposas apresentavam uma escrava como concubina aos seus esposos a fim de que lhe dessem filhos (Gn 16:2,3). As amas, dadas como presente de casamento às mulheres, frequentemente se tornavam concubinas (exemplo Zilpa [Gn 29:24] e Bila [Gn 29:29]). As concubinas eram protegidas pela lei mosaica (Ex 21:7-11; Dt 21:10-14), embora fossem distinguidas das verdadeiras esposas (Jz 8:31), e estavam sujeitas a um divórcio mais fácil (Gn 21:10-14).
g. Pais e Filhos
O maior desejo de marido e mulher era terem muitos filhos (Sl 127), mas especialmente filhos homens.
O filho mais velho ocupava posição especial, e, por ocasião do falecimento do pai, herdava dupla porção da herança e se tornava chefe da família. Algumas vezes, contudo, o pai demonstrava favor especial para com o filho mais jovem, como Jacó demonstrou para com José e depois para com Benjamim. A filha nada herdava do pai, a não ser que não houvesse filhos homens.
h. Educação
Quando ainda eram bem pequenas, todas as crianças eram cuidadas pela mãe; porém, conforme os meninos iam crescendo, era-lhes ensinado o ofício de seu pai, de tal maneira que em geral o pai governava a educação dos rapazes, enquanto a mãe dirigia a educação das jovens.
i. Solidariedade Entre os Parentes
Dois fatores explicam a solidariedade nos tempos patriarcais: a descendência comum e a habitação comum. Um dos resultados dessa unidade era o direito que cada membro de um grupo tinha de ser protegido pelo mesmo grupo. De fato, o grupo estava na obrigação de prestar certos serviços a cada um de seus membros. Dentre esses serviços o mais importante era a obrigação de go’el, cujas obrigações podiam estender-se até à necessidade de casar-se com a viúva de um parente chegado (Rt 2:20; Rt 3:12), de redimir um parente da escravidão que , por motivo de dívida insolúvel seria obrigado a ser reduzido.
j. O Levirato
Quando um homem casado morria sem filhos, esperava-se que seu irmão solteiro se casasse com a cunhada viúva. Os filhos desse segundo casamento eram reputados como filhos do primeiro marido. Dt 25:5-10 assevera que essa lei se aplicava a irmãos que moravam juntos, mas permite ao irmão vivo a opção de recusar-se.
k. A Adoção
Na antiga Mesopotâmia a prática da adoção da parte de casais sem filhos é bem atestada. E foi de conformidade com essa prática que Abraão considerou em tornar seu herdeiro a um dos seus servos (Gn 15:3). Entretanto, não existe legislação bíblica específica a respeito da adoção. Mas encontramos o caso
2. Escravos
a. Fonte de escravos
a.1 Por captura: Os cativos, especialmente prisioneiros de guerra, eram comumente reduzidos à escravidão (Gn 14:21; Nm 31:9; Dt 20:14; Jz 5:30; I Sm 4:9).
a.2 Por Compra: Os escravos podiam ser prontamente adquiridos de outros proprietários ou dos comerciante em geral (Gn17:12,13,27; Ec 2:7). A lei permitia que os judeus comprassem escravos estrangeiros em sua própria terra ou no exterior (Gn 37:36; Gn 39:1; Lv 25:44).
a.3 Por nascimento: Os filhos “nascidos na casa” de pais escravos tornavam-se “escravos nascidos em casa” (Gn15:3; Gn 17:12,13,27; Ec 2:7; Jr 2:14).
a.4 Como restituição: Se um ladrão comprovado não pudesse fazer restituição e pagar os danos de multas, os fundos necessários para tanto podiam ser levantados vendendo-o como um escravo (Ex 22:3).
a.5 Por falta de fundo para pagar dívidas: Os devedores que caíssem em bancarrota eram frequentemente forçados a vender os seus filhos como escravos, ou seus filhos seriam confiscados como escravos pelo credor (II Re 4:1; Ne 5:5-8). O próprio devedor falido, bem como a sua esposa e família comumente se tornavam escravos do credor e lhe prestavam trabalho por seis anos em pagamento da dívida e então seguiam livres (Dt 15:18), e ao ser-lhe dada liberdade, era-lhe concedido algum estoque para dar início novamente à vida por seus próprios meios.
a.6 Auto-venda: Vender-se voluntariamente à escravidão a fim de escapar da pobreza era algo largamente conhecido. Lv 25:39-43 é passagem que reconhece isso, ainda que apresenta meios do indivíduo redimir-se por ocasião do ano do jubileu ou até mesmo antes.
a.7 Rapto: raptar uma pessoa e reduzir à escravidão era ofensa punida com a morte, tanto na lei de Hamurabi como na lei de Moisés (Ex 21:16; Dt 24:7). Os irmãos de José se tornaram culpados essencialmente desse crime (Gn 37:27-28; 45:4), e bem podiam ficar atemorizados, precisando de palavras para que não ficassem entristecidos (Gn 45:3-5; Gn 50:15).
b. Escravos possuídos por particulares em Israel
b.1 Escravos hebreus
A lei procurava evitar o risco de populações inteiras caírem na escravidão e na servidão sob a pressão econômica exercida sobre os pequenos proprietários de terras mediante a limitação da duração do serviço que os devedores falidos tinham que dar até no máximo seis anos, ao mesmo tempo que sua libertação deveria ser acompanhada pela provisão de riquezas suficientes que pudessem ter um novo começo (Ex 21:2-6; Dt 15:12-18). O homem que já fosse casado, quando assim escravizado levava sua esposa consigo quando libertado; porém, se antes de ser escravo fora solteiro e seu senhor lhe dera esposa, tal esposa e quais quer filhos ficavam pertencentes ao senhor. Por conseguinte, aqueles que desejassem permanecer no serviço do proprietário e ficar com a própria família, podiam faze-lo permanentemente (Ex 21:6; Dt 15:16); no ano do jubileu seria solto de qualquer modo (Lv 25:40) em conexão com a restauração da herança (Lv 25:28), ainda que preferisse permanecer definitivamente com seu senhor. Os devedores insolventes, em escravidão temporária semelhante à que se encontra em Ex 21:2ss, são provavelmente o sujeito de Ez 21:26,27, quando a perda permanente de um membro cancelava a dívida e tornava obrigatória a liberdade do escravo.
As criadas-escravas da principal esposa de um homem podiam dar filhos ao seu senhor em lugar de sua esposa estéril (Gn 16). Se uma jovem hebréia fosse vendida como escrava (Ex 21:7-11) a sua condição marital era cuidadosamente salvaguardada:
* Podia casar-se com o seu senhor (e redimida se depois disso viesse a se rejeitada)
* Podia ser dada em casamento ao filho de seu senhor.
* Podia tornar-se uma concubina apropriadamente sustentada, mas em todos os casos seria libertada se o seu senhor não cumprisse qualquer das três possibilidades concordadas.
Na Mesopotâmia tais contratos eram usualmente mais cruéis, pois frequentemente a jovem não tinha garantia alguma.
b.2 Escravos estrangeiros
Diferentemente dos escravos hebreus, esses podiam ser escravizados permanentemente e podiam ser transmitidos em herança como as demais propriedades da família (Lv 25:44-46). Não obstante, estavam incluídos na comunidade de Israel à base do precedente patriarcal (Circuncisão, Gn 17:10-14,27), e, participavam da festividades anuais (Ex 12:44, a páscoa; Dt 16:11,14), além de descansarem no sábado (Ex 20:10; Ex 23:12).
Uma mulher capturada na guerra podia ser tomada como legítima esposa por um hebreu, e então deixaria de ser escrava; assim sendo, se seu marido subsequentemente de divorciasse dela, recebia a liberdade e não se tornava mais escrava (Dt 21:10-14).
c. Condições gerais
O tratamento dispensado aos escravos dependia diretamente da personalidade dos senhores. Podia ser uma relação de confiança (Gn 24:; Gn 39:1-6) e de afeição (Dt 15:16), ainda que a disciplina pudesse ser violenta e até mesmo fatal (Ex 21:21), ainda que assassinar voluntariamente um escravo estava sujeito a certa penalidade (Lv 24:17,22).
Nos tempos patriarcais um senhor sem filhos podia adotar um escravo da casa e torná-lo seu herdeiro, conforme é registrado sobre Abraão e Eliezer, antes do nascimento de Ismael e Isaque (Gn 15:3).
d. Alforria
Nas leis hebraicas um devedor escravizado tinha de ser libertado depois de seis anos de servidão (Ex 21:2; Dt 15:12,18).
Ou então como compensação por injúrias físicas recebidas (Ex 21:26,27).
Uma jovem escrava podia ser redimida ou libertada se viesse a ser repudiada, ou então se as condições estipuladas de serviço não fossem cumpridas pelo senhor (Ex 21:8,11).
Um hebreu que se vendesse à escravidão tinha de ser libertado ao chegar o ano do jubileu.
Ou, então podia ser redimido mediante resgate em qualquer tempo, caso seu senhor fosse estrangeiro (Lv 25:39-43, 47-55).
A mulher cativa podia tornar-se liberta por meio de casamento (Dt 21:10-14).
e. Escravidão ao estado e ao templo
e.1 Escravidão ao estado: Era praticada em pequena escala. Davi fez com que os amonitas conquistados se tornassem trabalhadores forçados (II Sm 21:31).
e.2 Escravidão ao templo: Depois da guerra contra Mídia, Moisés assinalou dentre os guerreiros e de Israel em geral, uma pessoa em cada quinhentas, e um em cada cinqüenta, respectivamente de seus despojos em pessoas e bens, para que servissem ao sumo-sacerdote e aos levitas no tabernáculo, obviamente como trabalhadores braçais (Nm 31:28,30,47). Então foram adicionados a estes os gibeonitas, poupados por Josué, os quais se tornaram “rachadores de lenha e tiradores de água para a congregação e para o altar do senhor” (Js 9:3-27). Semelhantemente, Davi e seus oficiais contavam com estrangeiros dedicados para serviço semelhante aos levitas que serviam no templo; alguns de seus descendente retornaram do cativeiro em companhia de Esdras (Ed 8:20). Sob Neemias (Ne 3:26,31) alguns desses viviam em Jerusalém e ajudaram a reparar os seus muros.
3. Duas Gentes
a. Os circuncidados
Os circuncidados eram aqueles que tinham sobre si o sinal da aliança feita com Abraão (Gn 17:9-14). Eram considerados do povo de Deus, e quem não possuísse tal sinal deveria ser retirado do arraial israelita por ter quebrado a aliança de YAHWEH (Gn 17:14).
b. Os não circuncidados
Para o VT, não por os filhos do sexo masculino sob o sinal da aliança era algo terrível, passível até de morte, como foi o caso de Moisés, aquém o Senhor quase matou por não ter circuncidado seus filhos (Ex 4:24-26).
Os não circuncidados não eram considerados parte do povo de Israel e deveriam ser expulsos do arraial, pois eram considerados impuros e alheios à aliança de YAHWEH (Gn 17:14).
4. Os judeus e Samaria
Samaria é uma cidade que durante o reino dividido de Israel foi a capital do reino do norte. Foi tomada pelos Assírios em aproximadamente
Este território foi diminuído pela inclusão das tribos de Simeão e Dã no reino de Judá - pelas conquistas de Hazael (2 Rs 10.32), de Pul e Tiglate-Pileser (2 Rs 15.29 - 1 Cr 5.26), e finalmente pelas vitórias de Salmaneser (2 Rs 17.5,6). Depois deste último foi Samaria terra de completa desolação (2 Rs 17.23 - 21.13), sendo depois repovoada por estrangeiros durante os anos do cativeiro (2 Rs 17.24 - Ed 4.10).
A cidade de Samaria, capital das dez tribos, era uma cidade forte, semelhante à de Jerusalém. Estava situada a meio caminho do Jordão ao Mediterrâneo, ao oriente da planície de Sarom, no alto de um alto monte, acessível de uma parte, e bem protegido pela outra. Foi edificada por Omri, rei de Israel, que comprou o monte de Samaria a Semer por dois talentos de prata (1 Rs 16.24). Os reis empreenderam muitas obras na cidade de Samaria para a tornarem forte, bela, e rica. Acabe construiu uma casa de marfim (1 Rs 22.39) - e o profeta Amós descreve a cidade como sendo a sede do luxo e efeminação (Am 3.15 - 4.1,2). A vida de Acabe e a sua morte, e também o culto a Baal, acham-se relacionados com a cidade de Samaria (1 Rs 16.32 - 22.38 - 2 Rs
Foi ali que, o profeta Eliseu exerceu o seu ministério (2 Rs 5 -
Em Miquéias (1.6) diz que a cidade foi reduzida a um montão de pedras. Subjugada a cidade, mandou Sargom os seus habitantes para longe, estabelecendo-os em sítios que ficavam muito longe do país de Israel. Em conformidade com a política dos conquistadores da antigüidade, Sargom e, mais tarde, Esar-Hadom, repovoaram Samaria com gente da Babilônia, de Cuta, e de outras províncias longínquas, sendo o seu fim certamente destruir os sentimentos nacionais entre os povos conquistados (2 Rs 17.24 - Rd 4.2).
Os cutitas reedificaram até certo ponto a destruída cidade, e, quando os judeus voltaram do seu cativeiro, foi residiram alí um certo número deles que casaram com suas mulheres estrangeiras (Ed 4.17 - Ne 4.2). A Samaria continuou, sem grandes mudanças, até que Aulo Gabínio, enviado de Pompeu, a reedificou no ano 60, mais ou menos. Permaneceu ainda como lugar insignificante até que Herodes a mandou novamente edificar, adquirindo essa cidade um esplendor ainda maior do que o de outros tempos, recebendo, então, o nome de Sebastia, que quer dizer Augusta, segundo o nome do imperador romano. Por vontade de Herodes foi aquela antiga povoação convertida em cidadela, maior do que tinha sido em qualquer tempo, e para mais a embelezar mandou construir um magnífico templo, do qual apenas se podem-se ver hoje algumas colunas. Estas ruínas acham-se na parte exterior da atual pequena vila de Sebastia, que representa hoje a antiga capital dos reis de Israel. Depende da presença ou da ausência do artigo grego, em At 8.5, o ser ou não ser a cidade de Samaria mencionada no N.T. Herodes morreu no ano 4 (a.C.), quando a Samaria fazia parte dos domínios de seu filho Arquelau.
Segundo a tradição, foi João Batista sepultado em Sebastia, e como prova desse fato se mostram as ruínas de uma igreja com o nome do pregador do deserto.
A província de Samaria, nos tempos do N.T., estava situada entre a Judéia e a Galiléia (Lc 17.11) - era limitada ao norte pela série de montes que formam o limite meridional da planície de Esdrelom e ao sul pela fronteira setentrional de Benjamim. Foi atravessada por Jesus Cristo (Jo
A questão entre samaritanos e judeus na época de Cristo remonta aos tempos do velho Testamento. Com a divisão da nação judaica entre o reino do norte (Israel), tendo como capital Samaria, e reino do Sul (Judá), tendo como capital Jerusalém, temos um dos fatos históricos que nos apresenta o início das grandes dificuldades que encontramos entre os judeus e os samaritanos no NT, uma vez que Jerusalém era tida como a Cidade de Deus (Sl 87:3) o centro do culto israelita.
Além desta questão temos o fato de que os reis do reino do norte (Israel) foram muito mais incrédulos, desobedientes a lei de Deus e cometeram as mais terríveis idolatria (I Re 16:29-33) ao ponto deste reino ser o primeiro a ir para o cativeiro (cativeiro assírio), ao passo que no reino do Sul (Judá), alguns reis piedosos apareceram e até fizeram reformas religiosas (II Cr 34:33).
Com o cativeiro assírio, aqueles judeus do reino do norte que ficaram na terra se casaram com pessoas de outros povos e seus filhos, portanto, não eram judeus racialmente puros.
Quando os judeus voltam para a Palestina com o fim de reconstruir Jerusalém, os samaritanos, não poucas vezes se opuseram a tal obra (Ne 4:2; Ne 6).
Então, é dentro deste contexto histórico que percebemos que já no VT
